(M)enina fri(a), arro(g)ante e com resp(o)stas curt(a)s (d)o nad(a). Uma caixinha de surpresas, cheia de ironia e indiretas. Hoje, sou assim... amanhã nem sei quem sou. Às vezes, fria e calculista, mas isso não é uma vergonha, é uma arma. Me apego, mas desapego com a mesma facilidade. Num mundo onde as pessoas buscam a perfeição e maneiras de agradar os outros, minha única procura é descobrir quem eu sou, quem eu vou ser. Aprendi a não depender de ninguém além de mim. Nos momentos de raiva, machuco quem amo, e muitas vezes não posso sarar a ferida que acabo deixando.